Pontos de Interesse (Point of Interest) a partir de Viadal

 

Viadal (Ponto de Partida)

GPS: 40°50'42.7"N 8°18'43.2"W (link)

E existem mais, mas muito mais!...

 

 

 

Viadal

 

A aldeia de Viadal localiza-se numa zona elevada perto da Serra da Freita, a uns 14 km de Vale de Cambra, sede do concelho. Desde sempre pertencente à freguesia de Cepelos, Viadal é banhada pelo Rio Caima, que tão limpidamente percorre os seus limites.

Aldeia de Viadal

Viadal encontra-se numa posição geográfica bastante favorável aos amantes da natureza. Rodeada por verdes montes e com uma vista paisagística maravilhosa, os habitantes desta aldeia da serra avistam todo o Vale de Cambra, assim como outras zonas mais longínquas, como a cidade de S. João da Madeira e as terras à beira mar de Aveiro.

Chegar a Viadal não constitui hoje em dia um problema, quer opte pela estrada que percorre a freguesia de Cepelos ou pela de Rôge, terá boas estradas e um fácil acesso a esta aldeia. Terá como ponto de interesse a visita à Capela e ao Parque da Nossa Senhora da Ouvida, onde poderá ter magnificas vistas sobre a sua envolvente natural e aproveitar para merendar e em lazer com a família.

O parque além de estar equipado com mesas de pedra, possui um parque infantil e circuito geriátrico de manutenção, além da possibilidade de acesso a casas de banho. Não devemos deixar de aconselhar a visita ao Moinho de Rão, situado em Viadal, junto ao rio Caima, recentemente restaurado que nos dedica um cenário paisagístico natural intocável e deslumbrante. (Nota: Grande parte do acesso é efetuado a pé).

 

 

 

Praia Fluvial de Paço de Mato

(Distância a partir do ponto de partida: 2,3 Km)

GPS: 40°51'15.0"N 8°18'18.0"W (link)

Praia Fluvial de Paço de Mato

Uma zona balnear do Rio Caima onde construíra uma pequena barragem e assim durante o Verão há esta zona de lazer pois também tem um parque de Merendas junto á água com várias mesas e muita sombra para aproveitar esta zona para relaxar em família. Pode estacionar o carro ao lado da Zona balnear.

A zona como indica uma placa não é vigiada. O acesso é fácil e rápido pois pode vir pelo lado de Viadal ou de Paço de Mato. Se vier de Vale de Cambra pelo lado de Viadal venha nela N 227 em direção a São Pedro do Sul e em Cepelos corte á esquerda em direção á Serra da Freita. No final da localidade de Vilar corte á esquerda e passado uns 5 Km está na praia fluvial. Se vier pelo outro lado siga em direção a Rôge e depois sempre nessa estrada até á praia fluvial.

Na ponte de Paço de Mato estamos a poucos quilómetros da Frecha da Mizarela, onde um único loendro ainda sobrevive como relíquia dos bosques terciários que outrora cobriram a região. Aqui, o rio Caima corre impetuoso no inverno e manso no verão, sempre acompanhado no seu curso pelo melro-de-água e pelo chapim-real. Junto ao rio crescem aqui a primavera, as esporas-bravas e a erva-pombinha, testemunhando a sua fertilidade.

 

 

 

Aldeia da Felgueira

Felgueira

(Distância a partir do ponto de partida: 2,5 Km)

GPS: 40°50'17.4"N 8°17'42.3"W (link)

As tradições falam mais alto na aldeia da Felgueira, um local em que os hábitos de antigamente continuam a desempenhar um importante papel.

Pertencente à freguesia de Arões, em Vale de Cambra, soube preservar costumes e aparência, como a das habitações, de granito e cobertas de lousa e os caminhos empedrados. As belas paisagens da serra da Freita abraçam este aglomerado de casas que merece uma visita atenta. Deambule pelas ruas estreias e atente em todos os detalhes que o rodeiam. E que aqui respira-se tradição! A atividade agrícola, muita dela desenvolvida em socalcos, confere um colorido único ao local que pode também observar num dos diversos percursos pedestres existentes na aldeia, por percursos tradicionais e florestais, e dotados de sinalização própria.

 

 

 

Outeiro dos Riscos

(Distância a partir do ponto de partida: 3,7 Km. Parte do acesso é efetuado a pé)

GPS: 40°49'53.3"N 8°19'53.0"W (link)

Outeiro dos Riscos

O Outeiro dos Riscos é um monólito com 15 metros de comprimento e 4 metros de largura, localizado a meia encosta da vertente ocidental da serra do Arestal, e foi classificado como SIP - Sítio de Interesse Público, em 2013. As gravuras nele insculturadas ocupam uma área de 2,75 metros de altura e 1,75 metros de comprimento, e os motivos desenhados são exclusivamente de caráter geométrico, dominando as combinações circulares, particularmente conjuntos de círculos concêntricos.

Estes motivos estão todos dispostos na face virada para o cimo da encosta, onde se forma um pequeno anfiteatro natural, em posição quase vertical, com alguns círculos concêntricos a atingir assinalável dimensão, por vezes preenchidos com cruciformes. Aqui perto, um segundo monólito tem também gravuras, com uma pequena espiral e um reticulado.

 

 

 

Radar Meteorológico da Serra da Freita

Radar Meteorológico da Serra da Freita

(Distância a partir do ponto de partida: 5,2 Km)

GPS: 40°50'42.5"N 8°16'47.3"W (link)

Um radar com vista para uma das mais belas paisagens do mundo.

Ainda não subimos à torre, e já estamos a mais de 1000 metros de altitude, com os pés assentes no Pico do Gralheiro. A vista sobre o planalto da Freita é soberba. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) não poderia ter escolhido melhor local para instalar o terceiro radar da sua rede. O edifício, de forma curiosa, apresenta-nos um piso panorâmico, onde a paisagem que se avista deixa de ser soberba e passa a ser verdadeiramente avassaladora.

Circulando pelo espaço arredondado, em dias límpidos, é possível observar desde a Figueira da Foz até ao Grande Porto. A nossos pés é paisagem rochosa que predomina, com o planalto da Freita logo ali, perdendo-se de vista até à imponência das montanhas do Montemuro, Estrela ou Caramulo. Aqui, é possível não só acolher a visita de todos quantos queiram deslumbrar-se, como também, no âmbito de visitas científicas, conhecer o funcionamento técnico desta infraestrutura dedicada à vigilância e monitorização meteorológica, entre outras áreas de atuação do IPMA. A gestão destas visitas é da responsabilidade da AGA – Associação Geoparque Arouca, com base num protocolo celebrado com o IPMA.

Horários das visitas:

Sábados e Domingos, sempre que não haja previsão de precipitação e/ou nevoeiro, às 14h30, 15h30 e 16h30. Abertura de portas 10 minutos antes para receção aos visitantes, com serviço de bilheteira no local.

Todo o Ano: sob marcação prévia; ao longo de todo o ano poderão ser realizadas vistas para grupos mínimos de 10 pessoas, em qualquer dia da semana, desde que reservadas com 8 dias de antecedência e sujeitas à disponibilidade dos nossos serviços.

Nota: as marcações de visitas são realizadas junto dos serviços da Casa das Pedras Parideiras - Centro de Interpretação através de pedrasparideiras@aroucageopark.pt e/ou preenchimento do formulário online. Informações por email ou por telefone em +351 256 484 093.

 

 

 

Pedras Parideiras

 

(Distância a partir do ponto de partida: 7,6 Km)

GPS: 40°51'01.3"N 8°16'59.7"W (link)

Chegou a um dos geossítios mais emblemáticos do Arouca Geopark. Aqui, vai ser surpreendido por um fenómeno único no mundo: as Pedras Parideiras. Do ponto de vista geológico, esta rocha designa-se «granito nodular da Castanheira» e estende-se por uma área de cerca de 1 km2. 

Pedras Parideiras

O granito é de cor clara e apresenta um grão médio, com duas micas e uma invulgar quantidade de nódulos biotíticos (mineral de cor negra), de forma discoide e biconvexa, marcadamente alinhados. Apresenta, como minerais essenciais, quartzo, ortoclase, albite, biotite e moscovite. Como minerais acessórios zircão, apatite, rutílio, titaniteleucoesfena, clorite, fibrolite e silimanite. Por ação da erosão, os nódulos libertam-se e acumulam-se no solo, deixando no granito uma cavidade, cujas paredes estão revestidas por uma capa biotítica. É por isso que os habitantes da aldeia da Castanheira chamaram a esta rocha «Pedra Parideira», por ser «a pedra que pare pedra». Estes nódulos apresentam dimensões que variam entre 1 e 12 centímetros de diâmetro e, embora sejam constituídos, exteriormente, apenas por biotite, o núcleo é constituído por minerais de quartzo e feldspato. As datações mais recentes K-Ar (obtidas em moscovites e biotites dos nódulos) apontam para idades entre 320 e 310 milhões de anos. Chegou, portanto, a um geossítio de características únicas no mundo.

Para melhor compreender a origem e particularidades deste geossítio, bem como a dinâmica do Arouca Geopark, vale a pena visitar a Casa das Pedras Parideiras – Centro de Interpretação.

Aberta ao público, desde novembro de 2012, esta infraestrutura tem por objetivo contribuir para a conservação, compreensão e valorização deste importante património geológico, apoiando as visitas turísticas e educativas a este espaço. A Casa das Pedras Parideiras possui um espaço de receção/loja com produtos locais, um auditório (onde pode visualizar o filme 3D “Pedras Parideiras: um tesouro geológico”), uma mostra coberta (onde pode melhor observar as particularidades das «Pedras Parideiras») e, no exterior, uma mostra a céu aberto, a área mais exposta desta rocha. Funciona, diariamente, das 09:30 às 12:30 e das 14:00 às 17:00.

 

 

 

Frecha da Mizarela

Frecha da Mizarela

(Distância a partir do ponto de partida: 7,8 Km)

GPS: 40°51'47.2"N 8°16'57.7"W (link)

Aqui, o rio Caima projeta-se a mais de 60 metros de altura, num espetáculo natural digno de ser contemplado, à escuta das águas que correm pelas rochas graníticas aproveitado pelos praticantes de canyoning. Do miradouro observa-se, a três dimensões, o granito da serra da Freita, uma rocha mais dura e resistente à erosão fluvial do que a generalidade dos micaxistos localizados a jusante. Estas rochas metamórficas ante-ordovícicas, por serem mais brandas e macias, tornam a erosão fluvial mais eficaz, algo que é bem visível na paisagem, devido ao rebaixamento topográfico que apresentam.

Mas não é só esta erosão diferencial que explica a origem da Frecha da Mizarela. Acredita-se que o sistema de falhas que condiciona toda a serra da Freita terá, igualmente, desempenhado um papel importante para a ocorrência deste fenómeno. Neste sentido, a movimentação dos blocos associada à Orogenia Alpina terá contribuído significativamente para o encaixe do rio e para a formação deste grande desnível.

As encostas íngremes que circundam esta queda de água apresentam um verde luxuriante, com relíquias da vegetação primitiva da serra da Freita. Da Laurissilva persiste, na base da Frecha, o rododendro (Rhododendron ponticum subsp. baeticum) e nas escarpas observam-se as árvores representativas da Fagossilva, com enfase para o carvalho-alvarinho (Quercus robur) e o carvalho-negral (Quercus pyrenaica), entre outras espécies raras e protegidas.

 

 

 

Portela da Anta

 

(Distância a partir do ponto de partida: 8,2 Km. Nota: Parte do acesso é efetuado a pé)

GPS: 40°51'35.3"N 8°15'36.0"W (link)

Portela da Anta

No planalto da Freita, a Portela da Anta será, provavelmente, o monumento megalítico mais acessível do território. Surpreende pela sua volumetria e pela uniformidade com que se desenvolve, a partir de uma pequena mamoa. Datada de finais do IV milénio antes de Cristo, insere-se, de forma curiosa, na belíssima paisagem envolvente, numa conjugação interessante entre a vida, renovada pela natureza a cada ciclo, e a morte, que pode não significar o fim de tudo.

Este espaço, que já aparece referido em documentos medievais do Séc. XIII, deve o seu nome à grande mamoa que aqui encontramos: uma sepultura megalítica, cujos traços culturais definem um conjunto de sociedades pré-históricas que construíam monumentos com pedras de grandes dimensões, vulgarmente designadas por Antas ou Dólmens (se bem que se inserem neste tipo de arquitetura outros monumentos de caráter não funerário, como os menires). Esta expressão arquitetónica, proveniente do período Neolítico, arrasta-se até à Idade do Bronze, evoluindo para monumentos não megalíticos, cuja estrutura funerária interna da mamoa perde volumetria e diversifica o tipo de sepultura.

O monumento principal é designado por Mamoa da Portela da Anta, apresenta cerca de 35 metros de diâmetro, envolvendo os restos de um dólmen de corredor, cujos trabalhos arqueológicos revelaram um curioso círculo lítico, de função presumivelmente ritual, adoçado à mamoa pelo lado Oeste. A Este, identificou-se, ainda, um átrio que se abre em frente ao corredor da câmara, delimitado por um murete, cuja interpretação incide igualmente no carácter cerimonial.

O espólio arqueológico resultante da escavação é constituído essencialmente por algumas dezenas de fragmentos cerâmicos, utensílios em pedra lascada (pontas de seta e lâminas) e um pequeno furador em cobre, sugerindo como fase final de utilização deste monumento a Idade do Bronze. Desta forma, a Portela da Anta terá sido utlizada durante mais de um milénio (entre finais do IV e II milénio a.C.), sendo a grande sepultura coletiva das comunidades pastoris que frequentavam a Serra da Freita há cinco mil anos.

Em época romana, a sepultura foi reutilizada, aproveitando o espaço «sacralizado» desde a préhistória para receber uma incineração. O espólio exumado, que acompanharia esta deposição, caracterizava-se por um pequeno fragmento de um recipiente em vidro esverdeado e cerca de meia centena de pequeníssimas contas de colar em grafito.

 

 

 

Aldeia de Trebilhadouro

Trebilhadouro

 

(Distância a partir do ponto de partida: 8,4 Km)

GPS: 40°52'03.5"N 8°20'31.2"W (link)

 

Perdida nas encostas da serra da Freita, esta aldeia mantém a tradicional casa rural portuguesa em pedra granítica, material que se estende aos caminhos. As eiras, os canastros, bem como o tanque público e a fonte, testemunham o espírito comunitário de outros tempos. Aqui não faltam, também, unidades de Turismo no Espaço Rural, onde é possível desfrutar da tranquilidade de um ambiente natural único. Na envolvente da aldeia, foram descobertas gravuras rupestres de arte atlântica.

 

 

 

 

Praia Fluvial de Pontemieiro

 

(Distância a partir do ponto de partida: 8,7 Km)

GPS: 40°48'26.8"N 8°18'47.3"W (link)

 

Praia Fluvial de Pontemieiro

Seguindo pela EN227 Na zona mais alta do Município, em Junqueira, seguindo a sinalética para Junqueira de Baixo e Pontemieiro, numa paisagem verdejante, perto de campos de cultivo e mata natural, a praia fluvial conjuga a natureza com um cuidado enquadramento de zonas de acesso a veículos, acessos para peões, zona de merendas, iluminação pública e sanitários. É uma praia atrativa e com área aquática reservada para os mais pequenos. O rio Amarela serve a esta praia uma magnífica água límpida, refrescante e mineral, pois este atravessa todo um terreno granítico do qual retira os seus minerais. Este rio possui poucos sedimentos no seu leito, dado que o granito é uma rocha de difícil erosão.

 

 

 

Aldeia de Paraduça

Paraduça

 

(Distância a partir do ponto de partida: 9,5 Km)

GPS: 40°48'20.2"N 8°15'48.8"W (link)

Na aldeia de Paraduça, freguesia de Arões, contam-se 35 habitações e um sem número de campos, todos eles lavrados e cultivados pelos habitantes que ainda hoje levam da terra o sustento para o lar. Ali colhe-se de tudo e, claro está, o milho que, mais tarde ou mais cedo, vai ser esmagado nas pedras dos moinhos.

A Associação de Desenvolvimento Cultural e Turístico de Paraduça promove anualmente, desde 2009, um evento que permite reviver e homenagear as tradições relembrando sempre que os moinhos desta aldeia são parte integrante da Rede Portuguesa de Moinhos. Trata-se da "Mostra da Broa e Produtos Tradicionais da Aldeia de Paraduça" em que as pessoas da aldeia se juntam para moer o milho e de seguida amassar e cozer a massa no forno comunitário, que, em tempos, fez os repastos dos senhores.

A cascata do rio Paraduça é formada por sucessivas quedas de água que ocorrem sobre o granito de Junqueira, dando origem a um cenário de elevado valor natural e paisagístico. A cascata é localmente conhecida por Cascata do Poço do Linho uma vez que, segundo os habitantes de Paraduça, antigamente as mulheres lavavam o linho no poço que se forma a jusante da queda de água.

 

 

 

Anta da Cerqueira

 

(Distância a partir do ponto de partida: 10,7 Km)

GPS: 40°46'47.9"N 8°18'35.0"W (link)

Anta da Cerqueira

Inserido numa necrópole com mais 12 túmulos, em plena serra do Arestal, a Anta da Cerqueira ou Pedra da Moura é o dólmen mais emblemático de Sever do Vouga, representando em si o expoente do megalitismo. Este dólmen terá sido edificado no Neolítico Final, há cerca de 5.000 anos, contudo, é provável que tenha sido reutilizado por comunidades do Calcolítico ou mesmo da idade do Bronze. Trata-se de um monumento de grandes dimensões, recuperado e muito completo, sendo o único que ainda preserva chapéu da câmara. O enorme esforço que acarretava a construção destas antas justifica-se pela crença deste povo na vida para além da morte.

 

 

 

Panorâmica do Destrelo da Malhada

Panorâmica do Destrelo da Malhada

(Distância a partir do ponto de partida: 11,1 Km)

GPS: 40°53'08.4"N 8°15'17.8"W (link)

Com o início da primavera, a chuva tem tirado algumas folgas.

Nos dias mais secos, é seguro escalar a serra da Freita, em Arouca, e ver alguns dos seus 41 geossítios – designação dada pelo Geopark Arouca a lugares que pelas suas caraterísticas têm interesse geológico.

Um dos mais impressionantes tornouse geossítio no ano passado. É a Panorâmica de Detrelo da Malhada, no planalto da serra. A vista de 360 graus da plataforma suspensa é um postal gigante onde cabem serras, vales, rios e um oceano. A mais de mil metros de altitude, compreensivelmente ao lado de uma torre de vigia de fogos florestais, é possível perceber os relevos das serras do Gerês, Marão, Larouco e Marofa, a ria de Aveiro e até o Atlântico se o tempo assim permitir. Sem dúvida, uma escalada com recompensa.

 

 

 

Lomba

(Distância a partir do ponto de partida: 12,2 Km)

GPS: 40°49'34.8"N 8°15'07.1"W (link)

É uma típica aldeia de xisto, rodeada por socalcos, onde ainda se produz o azeite em lagares de madeira.

Aldeia da Lomba

Situada na encosta sul da serra da Freita, a Lomba encontra-se encaixada e delimitada por três falhas tectónicas, duas das quais delimitam lateralmente a dita “lomba” e uma terceira que a fecha. Do miradouro sobre a Lomba é possível observar-se as ribeiras de Macieiras e Agualva, afluentes do rio Teixeira e as aldeias de Agualva, Carregal e Manhouce.

 

 

 

Praia Fluvial de Burgães

(Distância a partir do ponto de partida: 13,2 Km)

GPS: 40°49'59.3"N 8°23'26.2"W (link)

O Rio Caima é o anfitrião desta magnífica praia, a Praia Fluvial de Burgães.

Este rio desce desde a Serra da Freita e perto deste existe a queda de água da Frecha da Mizarela. A Praia Fluvial de Burgães situa-se no concelho de Vale de Cambra e oferece tranquilidade a quem deseja usufruir da natureza. É um local bastante procurado no verão, quer pelos habitantes locais quer por pessoas de Portugal inteiro.

Este local garante a diversão de todos os banhistas com a construção de diversas estruturas de apoio à praia. Pode encontrar um snack-bar com esplanada onde lhe permite fazer refeições ou simplesmente beber um café. Está esquipada com um parque infantil para que a diversão das crianças nunca seja esquecida. Tem um excelente local relvado com extenso areal onde se encontram mesas para fazer piqueniques. Possui um campo de jogos de futebol de praia e voleibol. É possível alugar um toldo ou espreguiçadeira para passar o dia confortavelmente. Fazem-se embarcações ligeiras sem motor no local.

 

 

 

Manhouce

Aldeia de Manhouce

(Distância a partir do ponto de partida: 15,6 Km)

GPS: 40°49'17.0"N 8°12'56.1"W (link)

Manhouce mantém ainda hoje as suas tradições ligadas à pastorícia e à agricultura, as principais atividades desde os primeiros tempos de ocupação humana naquela região. A ponte romana, a ribeira e os moinhos de água são elementos característicos desta aldeia serrana.

A ponte romana, apesar de remodelada séculos mais tarde, e a igreja, datada do século XVII, são testemunhos da longa história desta comunidade. Foi ainda marcada pela extração de volfrâmio, nas minas das Chãs, e pela sua participação no concurso da Aldeia Mais Portuguesa de Portugal em 1938, na qual lhe foi atribuído o segundo lugar. As eiras solarengas são ainda palco de malhas e desfolhadas ao som das modas de antigamente.

Aldeia serrana, implantada no Maciço da Gralheira com tradição musical, de cantares folclóricos, reavivada nesse período, é talvez uma das suas características hoje mais reconhecidas, tendo no Grupo de Cantares de Manhouce e em Isabel Silvestre as suas figuras de maior destaque.

O gado, de raça arouquesa é uma presença constante nas ruas e nas leiras de Manhouce e recurso dos locais para os trabalhos agrícolas. É destes animais que resulta a “Vitela de Lafões” produto com Indicação Geográfica Protegida e que Manhouce promove anualmente em Maio com uma Festa Gastronómica.

A música e a etnografia são dois elementos identitários desta localidade que já deu nomes como Isabel Silvestre ao panorama musical do nosso país.

 

 

 

Poço Negro

(Distância a partir do ponto de partida: 17,7 Km)

GPS: 40°48'57.7"N 8°13'41.6"W (link)

Poço Negro faz parte de um conjunto de poços ou piscinas naturais designado por “Poços de Manhouce”, que se localizam no troço mais alto do rio Teixeira, afluente do Vouga, em S. Pedro do Sul. O Poço Negro, perto de Sernadinha, e os poços da Cilha, da Gola e da Barreira mais próximos do núcleo rural de Manhouce, são alguns dos mais conhecidos e frequentados, e todos eles foram esculpidos na rocha dura pela força das águas. Muitos destes poços são precedidos de cascatas, o que os torna pequenos pedaços de paraíso que surpreendem pela sua beleza e enquadramento.

 

 

 

Cidade de Arouca

Arouca

(Distância a partir do ponto de partida: 21,5 Km)

GPS: 40°55'43.5"N 8°14'35.6"W (link)

A história de Arouca só ganha destaque entre outras terras, a partir da fundação e posterior crescimento do seu Mosteiro e, sobretudo, após o ingresso, na sua comunidade de religiosas, de D. Mafalda, filha do nosso segundo rei, D. Sancho I. A história de Arouca não pode, por isso, dissociar-se da história do seu Mosteiro. Foi à sua sombra e à sua volta que, durante muitos séculos, grande parte do povo arouquense viveu, trabalhou, rezou e gozou alguns dos seus poucos tempos livres.

Além do Mosteiro de Arouca, compreendendo a Igreja paroquial e o túmulo de D. Mafalda, assinalam-se como monumentos de interesse a Capela da Misericórdia - situada no fundo da Praça Brandão de Vasconcelos, edificada em 1612.

No seu interior destacam-se azulejos do mesmo século. O Calvário, todo em granito, com um interessante púlpito datado de 1643, a Capela de S. Pedro, no lugar do mesmo nome. Simples templo gótico, do século XVI. Foi restaurado em 1988. A Capela de Capela de Nossa Senhora do Carmo, próxima do Calvário, a Capela de Santo António, do século XVIII, situada próximo do edifício dos Paços do Concelho, a Capela de Santa Luzia, localizada num monte próximo, entre pinhais e eucaliptais, e a Capela da Senhora da Mó, pequeno santuário no cimo do monte com o mesmo nome.

O Antigo Hospital, hoje Biblioteca Municipal, que era a residência dos padres confessores das freiras do Mosteiro, a Casa dos Malafaias, conhecida por "Casa Grande", situada na antiga Rua D'Arca, hoje Rua Dr. figueiredo Sobrinho, é um belo edifício particular, com capela anexa, construído no século XVIII. O Memorial de Santo António, também chamado Arco da Rainha Santa. É românico e a sua construção deve pertencer ao século XII.

A Torre dos Mouros, que apesar da designação é uma torre de solar que visava a vigilância de terras cultivadas. Está situada em Lourosa de Campos, freguesia do Burgo e o edifício que agora podemos observar é uma reconstrução do século XIV.

Não deixe ainda de ver os Pelourinhos de Arouca, Alvarenga, Burgo e Fermêdo, a Igreja de S. Miguel de Urro, o conjunto megalítico em Escariz, as antas da Serra da Freita e as aldeias de Drave, Regoufe, Covêlo de Paivó, Rio de Frades, Janarde e Meitriz.

Aliado à riqueza geológica de Arouca, existe um extraordinário património biológico. Os cumes e as encostas agrestes abrigam algumas relíquias da flora portuguesa. Por entre os castanheiros, carvalhos e bétulas aparece por vezes o azevinho.

O rio Paiva é o maior curso de água do concelho de Arouca e de todos o mais caudaloso. É um típico rio de montanha, com excelentes condições para a prática de rafting. As suas águas correm bravas correm, quase sempre, no fundo de desfiladeiros de vertentes abruptas, mas, por vezes, delicia-nos com a tranquilidade das suas águas nas praias fluviais da Paradinha, Areinho, Janarde, Meitriz, Vau e Espiunca.

Arouca está a preparar a candidatura de um geoparque à Rede Europeia de Geoparques, e consequentemente à Rede Mundial de Geoparques da UNESCO. Esta candidatura deverá ser apresentada em 2008. O futuro Geoparque Arouca pretende valorizar os bens geológicos presentes no concelho, como a paisagem de xisto e granito da Serra da Freita, a Frecha da Mizarela, as quedas de água do rio Paiva, os fósseis de trilobites do Ordovício, e os vestígios de extracção mineira do tempo romano.

A doçaria conventual de Arouca é uma requintada doçaria monástica. Confeccionada pelas freiras, era considerada o ex-libris do convento. Com a extinção das mesmas, a sua continuidade foi preservada através da sua criadagem e por transmissão familiar até aos presentes dias, apesar da dificuldade na obtenção das matérias-primas, utilizando os métodos ancestrais e o cariz e fórmulas primitivas. Entre os ingredientes utilizados, encontram-se os ovos, açúcar e amêndoas. São exemplos da doçaria conventual destas vilas as castanhas doces, as roscas de amêndoa, as barrigas de freira, o manjar de língua, o pão de S. Bernardo, as morcelas e os charutos.

 

 

 

Sever do Vouga

 

(Distância a partir do ponto de partida: 21,9 Km)

GPS: 40°44'02.0"N 8°22'18.8"W (link)

Capital portuguesa do mirtilo, Sever do Vouga é um município reconhecido pelas suas magníficas paisagens naturais e culturais, nas quais se enquadram algumas das mais belas cascatas do país, o idílico vale do Vouga, inúmeros miradouros sobre a costa atlântica, bem como um rico e preservado património megalítico.

Sever do Vouga é um município do Centro de Portugal que se localiza a meia hora da cidade de Aveiro e a uma hora da cidade do Porto.

Cidade de Sever do Vouga

No mapa das Montanhas Mágicas ocupa a posição sudoeste, constituindo uma das principais portas de entrada para o território a partir da A1 e da A25. Geograficamente ocupa grande parte da serra do Arestal, pertencente ao maciço da Gralheira, bem como o vale do rio Vouga, incluindo parte da área classificada ao abrigo da Rede Natura 2000.

É um município reconhecido pela sumptuosidade das suas cascatas e pela extraordinária beleza das paisagens do vale do Vouga, onde se localiza a afamada Ecopista de Sever do Vouga. Tendo resultado da recuperação da ex-linha ferroviária do Vouga, a ecopista põe em destaque alguns dos seus mais valiosos legados: a Ponte do Poço de Santiago, ex-libris arquitetónico do município; os túneis ferroviários que dão à paisagem um encanto único; a estação de Paradela, recuperada e transformada em eco café; entre outros.

Sever do Vouga é, também, um município reconhecido pelo valioso património arqueológico que alberga, sendo considerado um verdadeiro Museu Aberto do Passado.

Por ter sido pioneiro na produção de mirtilos em Portugal e por ser, ainda, um dos maiores produtores nacionais deste fruto, Sever do Vouga é considerado a "Capital do Mirtilo", algo que fica bem patente no evento dedicado ao fruto "rei" deste município, que se realiza, anualmente, no último fim-de-semana de junho.

Não podemos deixar de lhe recomendar uma visita à aldeia dos Amiais, à albufeira da Barragem de Ribeiradio e aos principais miradouros locais: o de Nossa Senhora da Penha, o de Santa Maria da Serra, o do Castêlo, o da Volta da Barca e o do Alto da Capela do Barreiro. Muitos dos locais que poderá visitar em Sever do Vouga, inclusive algumas das suas cascatas e panorâmicas, são importantes sítios de interesse geológico (geossítios), revelando histórias da Terra com muitos milhões de anos.

Conjugue a descoberta do município com a degustação dos deliciosos pratos típicos locais e tenha uma estadia inesquecível!

 

 

 

Cascata da Cabreia

Cascata da Cabreia

(Distância a partir do ponto de partida: 24,8 Km)

GPS: 40°45'13.5"N 8°23'28.3"W (link)

Situada no concelho de Sever do Vouga, esta queda de água tem uma altura de 25 metros. Alimentada pelo rio Mau, toda a cascata é formada por várias irregularidades.

No cimo desta queda, as rochas são maioritariamente graníticas pelo que resistem à erosão mas, à medida que esta desce, a sua formação é maioritariamente de xisto o que origina uma maior erosão.

Envolvida numa vasta vegetação, a Cascata da Cabreia proporciona a quem a visita verdadeiros momentos de tranquilidade. O guardião deste local sem dúvida que é o Melro-d’Água onde as suas crias aprendem a nadar mesmo antes de conseguirem voar.

Dotada de um riquíssimo bosque de onde se destaca o feto-vaqueiro por ser uma espécie em conservação na Europa. A salamandra-de-fogo mais conhecida como salamandra-de-pintasamarelas é bastante fácil de encontrar neste local. Perto do rio Mau, alimenta-se de pequenos insectos e lesmas.

 

 

 

Meitriz

(Distância a partir do ponto de partida: 34,4 Km)

GPS: 40°55'13.4"N 8°07'56.4"W (link)

Entre as serras de Montemuro e de Arada, abraçada pelo rio Paiva, Meitriz foi a primeira aldeia arouquense a ser considerada «Aldeia de Portugal».

Aldeia de Meitriz

A cruzar a aldeia, surge, marcado, o percurso pedestre «Rota das Tormentas», mas em Meitriz não há tormentas, há calma, quietude, uma imensidão de verde e um correr cristalino de água, que reflete o acastanhado e o acinzentado da ardósia e do xisto das casas.

Quando vista ao longe, a aldeia mostra ainda, com orgulho, os caminhos e os socalcos agrícolas, e a ponte, construída há não muito tempo, substitui os antigos barqueiros, que cruzavam as margens, levando pessoas e bens. Santa Bárbara, em maio, a Senhora de Fátima, em agosto, Santo António e São Sebastião, em novembro, são aqui festejados, como que agradecendo a Deus por esta pequena porção de paraíso.

 

 

 

Serra de São Macário

Serra de São Macário

(Distância a partir do ponto de partida: 36,0 Km)

GPS: 40°52'00.2"N 8°04'59.9"W (link)

No coração das Montanhas Mágicas, a mais de 1.000m de altitude, ergue-se a imponente serra de S. Macário, sítio de interesse geológico que constitui um magnífico ponto de observação da morfologia e paisagem da região oriental do maciço da Gralheira.

A partir daqui é possível contemplar as serras do Montemuro, Estrela e Caramulo, e o Vale de Lafões.

É também na serra de S. Macário que se encontra um dos mais peculiares Santuários de Montanha do território, constituído por duas ermidas: a de São Macário de cima, e a de São Macário de baixo, erguidas em memória de um eremita que, segundo a lenda, se tornou santo e padroeiro desta serra.

A primeira ermida, mais antiga, está cercada até ao nível do telhado por um alto muro que a protege dos fortes ventos da montanha, e a segunda, mais pequena, encontra-se ao lado de uma gruta onde se crê ter vivido o lendário eremita. No último fim de semana de julho realiza-se a grande romaria em honra de S. Macário.

 

 

 

Drave

(Distância a partir do ponto de partida: 36,1 Km)

GPS: 40°51'40.1"N 8°07'02.0"W (link)

Para os que por ela se deixaram encantar, Drave é a «Aldeia Mágica», protegida pelas montanhas.

Um mistério sublime, por desvendar. Sem eletricidade, água canalizada, gás, correio, telefone e telemóvel apenas a espaços, a «Aldeia Mágica» tem, por outro lado, o encanto das casas de xisto a contrastar com o caiado da capela, o murmúrio das águas da ribeira que por ali passa, o canto dos pássaros, o voo livre dos insetos.

Aldeia de Drave

Para aqui chegar, há que percorrer um trilho de cerca de 4 quilómetros, desde Regoufe (PR14: Aldeia Mágica).

Desabitada desde 2009, tem beneficiado, desde 1992, da intervenção do Centro Escutista, na reabilitação de alguns edifícios. Drave é, assim, a Base Nacional da IV Secção do Corpo Nacional de Escutas, reconhecida, desde 2012, com o selo SCENES de excelência (Scout Centres of Excellence for Nature and Environment – Centros Escutistas de Excelência para a Natureza e o Ambiente), o único reconhecimento deste tipo na Península Ibérica, num total de apenas 13 centros escutistas mundiais.

 

 

 

Passadiços do Rio Paiva

Passadiços do Rio Paiva

(Distância a partir do ponto de partida: 36,2 Km)

GPS: 40°59'34.1"N 8°12'39.5"W (link)

Os Passadiços do Paiva localizam-se na margem esquerda do Rio Paiva, no concelho de Arouca, distrito de Aveiro. São 8 km que proporcionam um passeio "intocado", rodeado de paisagens de beleza ímpar, num autêntico santuário natural, junto a descidas de águas bravas, cristais de quartzo e espécies em extinção na Europa.

O percurso estende-se entre as praias fluviais do Areinho e de Espiunca, encontrando-se, entre as duas, a praia do Vau.

 

Uma viagem pela biologia, geologia e arqueologia que ficará, com certeza, no coração, na alma e na mente de qualquer apaixonado pela natureza.

Venha visitar-nos e conheça, também, o restante território Arouca Geopark, reconhecido pela UNESCO como Património Geológico da Humanidade.

Partida: Areinho / Espiunca

Distância a Percorrer: 8700m (linear)

Duração Média: 2h e 30m

Nível de Dificuldade: Alto Desníveis: Acentuados

Tipo de Percurso: Pequena

Rota Âmbito: Desportivo, Cultural, Ambiental e Paisagístico

Época aconselhada: Todo o Ano

Passagem por Geossítios: Garganta do Paiva (G36); Cascata das Aguieiras (G35); Praia Fluvial do Vau (G30); Gola do Salto (G31); Falha de Espiunca (G32)

Gestão e Manutenção: Município de Arouca

 

 

 

 

Ponte pedonal supensa 516 Arouca

 

(Distância a partir do ponto de partida: 37,3 Km)

Parque de Estacionamento de Canelas

GPS: 40.957260, -8.180557 (link)

 

A ponte 516 Arouca é a maior ponte pedonal suspensa do mundo e está localizada em Arouca, no distrito de Aveiro, Portugal. Com 516 metros de comprimento e uma elevação de 175 metros, faz a ligação entre as margens do Rio Paiva. Enquanto percorre a ponte, terá uma vista deslumbrante sobre a Garganta do Paiva e a Cascata das Aguieiras, ambos geossítios do território UNESCO Arouca Geopark. A Ponte 516 Arouca está localizada em Arouca, junto aos famosos Passadiços do Paiva. Venha experienciar!

 

 

 

Pena

(Distância a partir do ponto de partida: 40,3 Km)

GPS: 40°52'40.6"N 8°04'41.2"W (link)

A aldeia da Pena e as sumptuosas serras que a envolvem compõem um dos mais belos quadros paisagísticos do município de S. Pedro do Sul e de todo o território das Montanhas Mágicas.

Aldeia da Pena

Ao longo da estrada sinuosa que lhe dá acesso é possível contemplar as maravilhosas paisagens da serra de S. Macário e o admirável vale do Deilão. Já na aldeia, o destaque recai sobre as pequenas casas de xisto decoradas com flores coloridas, os típicos canastros e as tradicionais colmeias.

Os inimitáveis sabores da cozinha serrana, desde o cabrito e a vitela assados no forno de lenha ao arroz de cabidela, passando pelos deliciosos petiscos e enchidos preparados de forma artesanal, tornam a visita à aldeia da Pena uma experiência única e memorável.

 

 

 

Portal do Inferno

Portal do Inferno

(Distância a partir do ponto de partida: 41,0 Km)

GPS: 40°52'42.0"N 8°06'41.9"W (link)

O Portal do Inferno é um miradouro único, localizado em plena serra da Arada, a cerca de 1.000 metros de altitude, no limite entre os municípios de Arouca e S. Pedro do Sul.

Trata-se de um estreito local de passagem entre duas vertentes íngremes, rodeado por dois ribeiros, de onde se destaca a magnífica Garra, uma encosta montanhosa esculpida por linhas de água, fazendo lembrar a gigantesca garra de uma ave.

A primavera é a estação do ano em que a vista é mais espetacular, pois a Garra parece ficar pintada de amarelo e rosa por causa da floração da carqueja e da urze.

 

 

 

Porto

 

(Distância a partir do ponto de partida: 65,4 Km)

GPS: 41°09'29.2"N 8°37'44.8"W (link)

O Porto é uma cidade encantadora, situada nas encostas do rio Douro já próximo da sua foz. Classificada como Património Mundial pela UNESCO graças aos seus belos monumentos e edifícios históricos, como a imponente Sé ou a Torre dos Clérigos, o Porto é a segunda maior cidade de Portugal e possui vistas soberbas sobre as mundialmente célebres Caves do Vinho do Porto, na margem oposta do rio, em Vila Nova de Gaia. Embora amplamente industrializado, o Porto oferece uma síntese harmoniosa de atracções antigas e contemporâneas.

 

Cidade do Porto

O distrito do Porto é um dinâmico centro de comércio e indústria, repleto de bonitas vilas e cidades prósperas. Ao longo da costa, poderá fazer uma pausa na cidade balnear de Espinho, degustar saboroso peixe em Matosinhos ou passar uns momentos de descontracção no Casino da Póvoa. Para o interior, destaca-se a bela cidade de Amarante, conhecida pela deliciosa pastelaria, onde pode fazer um passeio junto às margens do rio Tâmega entre belos solares do século XVII.

Torre dos Clérigos

Locais a Visitar

Torre dos Clérigos

Esta torre sineira de estilo Barroco foi concluída em 1763 e domina o centro antigo da cidade. É a mais alta do género no país, e os visitantes podem subir os seus 225 degraus para admirar as vistas. A adjacente Igreja dos Clérigos é um excelente exemplo de síntese dos estilos arquitectónicos Barroco e Rococó e exibe uma elaborada fachada, belas talhas e um notável órgão de tubos de 1774.

Caves do Vinho do Porto (Vila Nova de Gaia)

Erguendo-se frente ao centro histórico do Porto na margem sul do rio Douro, as Caves do Vinho do Porto são uma importante atracção turística. Este vinho doce e fortificado é produzido a partir das uvas cultivadas na região do Douro e enviado para as caves de Vila Nova de Gaia, onde é preparado e envelhecido. Os visitantes poderão escolher entre as mais de 50 caves à beira-rio para descobrir as dezenas de variedades de Vinho do Porto, que é hoje um dos mais famosos do mundo.

Caves do Vinho do Porto

Casa da Música

Casa da Música

Projectada para o evento Porto Capital Europeia da Cultura em 2001, a Casa da Música é uma dinâmica e moderna sala de concertos dedicada à criação e celebração da música. É também um importante centro cultural com visitas guiadas, workshops, um restaurante e vários bares onde os visitantes podem descontrair. A grande diversidade de eventos abrange desde o jazz à música clássica e da actuação de DJs internacionais a espectáculos de world music.

Sé Catedral (Porto)

A imponente Sé do Porto foi concluída no século XIII, embora tenha sofrido muitas alterações ao longo dos séculos. Com belas talhas, pinturas, esculturas, tesouros de arte sacra e uma rosácea românica, além da bonita Capela Baptismal, revestida de mármores policromos, e belos azulejos barrocos no claustro e varanda, este é sem dúvida um monumento fascinante.

Sé Catedral do Porto

Palácio da Bolsa

Palácio da Bolsa

Exibindo uma imponente fachada neoclássica, o antigo Palácio da Bolsa do Porto foi construído no século XIX. A sua mais famosa atracção é o Salão Árabe, de exuberante estilo mourisco e inspirado no Palácio de Alhambra, em Granada, muitas vezes usado como sala de recepção de chefes de Estado visitantes. A majestosa decoração do interior inclui esculturas, pinturas e frescos da autoria de muitos mestres portugueses. O edifício abriga ainda numerosos eventos culturais e exposições, possuindo também um restaurante.

Museu de Serralves

Rodeado por vastos jardins usados para eventos ao ar livre, o Museu de Arte Contemporânea de Serralves ocupa um moderno edifício projectado pelo arquitecto Álvaro Siza Vieira. Dispõe de uma notável colecção de obras nacionais e internacionais posteriores a 1960, e organiza uma grande variedade de eventos culturais, entre os quais concertos e workshops educativos para crianças.

Museu de Serralves

Jardim de São Lázaro

Jardim de São Lázaro

Remontando a 1834, o Jardim de São Lázaro é o mais antigo jardim municipal do Porto e encontra-se repleto de antigas tílias, magnólias e acácias, além de canteiros, belas esculturas, um coreto e um chafariz em mármore que pertenceu ao convento de São Domingos.

Edifício do Instituto do Vinhos do Douro e Porto

O edifício do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto encontra-se no coração do centro histórico do Porto e abriga a instituição responsável pela qualidade e autenticidade dos vinhos do Douro. No átrio de entrada, em pedra, podem apreciar-se as mais importantes datas da história da produção desses vinhos. Há ainda um espaço dedicado à sua promoção, que inclui visitas guiadas aos laboratórios de ensaios, provas de vinhos e uma loja.

Edifício do Instituto do Vinhos do Douro e Porto

Cadeia da Relação

Antiga Cadeia da Relação

A antiga e austera sede do Tribunal da Relação é um dos edifícios mais emblemáticos da história do Porto. Iniciada em 1765, a estrutura de formato triangular foi concebida para abrigar também a prisão do tribunal, à qual deve hoje o nome. Numerosas personalidades passaram pelas suas celas, incluindo Camilo Castelo Branco, que escreveu o seu famoso romance Amor de Perdição enquanto esteve aqui detido. Desde 2001, o edifício abriga o Centro Português de Fotografia, mas continua a manter muitos dos traços originais.

Jardim do Passeio Alegre

Situado nas margens da foz do Douro, este belo jardim romântico foi inaugurado em 1870 e possui árvores centenárias. O seu chafariz, desenhado por Nicolau Nasoni, é um monumento nacional, e o café Chalé Suíço foi um importante lugar de encontro de intelectuais no final do século XIX. Ladeado de belas avenidas com palmeiras, antigas araucárias e muitas outras plantas, o esplendor e beleza poética do Jardim do Passeio Alegre tornam-no um dos mais apreciados pelos portuenses.

Jardim do Passeio Alegre

Pavilhão da Água

Pavilhão da Água

O Pavilhão da Água representa uma viagem ao fantástico universo da água enquanto recurso estratégico e essencial à vida. Localizado no Parque da Cidade, o pulmão verde do Porto, é um espaço de referência a nível nacional e internacionale acolhe 21 experiências interativas e lúdicas, através de modelos vivos e dinâmicos, que promovem a apreensão de amplos e abrangentes conhecimentos relacionados com a importância da água e as suas funções vitais para a vida na Terra e para o ser humano, bem como as ameaças e oportunidades que se colocam a este recurso.

Para além das visitas guiadas realizadas à área expositiva, o programa de atividades inclui oficinas temáticas, laboratórios para mini-cientistas, saídas de campo, conferências, workshops participativos, comemoração de dias temáticos e festas de aniversário. No exterior, destaca-se a promoção de atividades lúdicas e científicas nas ribeiras e nas praias do Porto.

O Pavilhão da Água é oficialmente reconhecido como Centro Azul, no âmbito da atribuição da Bandeira Azul às praias do Porto. A Associação Bandeira Azul da Europa considera-o um espaço privilegiado para as atividades de sensibilização e educação ambiental para os temas relacionados com o ambiente marinho, costeiro ou fluvial. É neste espaço que se realizam, anualmente, as atividades de educação ambiental das praias do porto.

Parque Ocidental da Cidade

Cerca de 1916/1918, Ezequiel de Campos insiste na aquisição de terrenos para a construção de um parque. Nos anos 60, encontramse reservados terrenos no Plano de Urbanização do Arquitecto Robert Auzelle. Porém só em 1982, se dá início aos primeiros estudos conceptuais. Dois anos mais tarde, realiza-se no Arquivo Histórico da Casa do Infante, uma exposição sobre os referidos estudos.

Parque Ocidental da Cidade do Porto

Em 1991, inicia-se a construção continuada, com projeto do arquiteto paisagista Sidónio Pardal. O Parque da Cidade do Porto, é considerado o maior parque urbano do país, as áreas verdes naturalizadas estendem-se até ao Oceano Atlântico, conferindo-lhe uma particularidade rara a nível mundial.

Outras Informações de Interesse,

Observatório Aves de Portugal,

Arquiteto Paisagista,

Sidónio Pardal,

Área: 80 ha

Infraestruturas Disponíveis:

WC públicos; Cafetaria/Restaurantes; Aparcamento de Bicicleta; Campos desportivos, volei em areia; Ciclovia partilhada e Centro de Educação Ambiental (CEA)

Contactos e horários:

Localização: Estrada Interior da Circunvalação, 15443; 4100-083 Porto

Telefone: +351 225320080

Email: dmevgi@cm-porto.pt

Freguesia: União das Freguesias de Aldoar, Nevogilde e Foz do Douro

Horário:

Inverno (1out./30mar.): 7:00H/22:00H

Verão (1abr./30set.): 7:00H/00:00:00H